



O Farol Duque de Bragança é a construção que se vê de qualquer ponto da Berlenga Grande e, em dias limpos, também da costa de Peniche. Entrou em funcionamento em 1841 e recebeu o nome em homenagem ao Duque de Bragança.
Fica no planalto no topo da ilha, a cerca de 85 metros de altitude — o ponto mais alto da Berlenga. Durante quase dois séculos foi o ponto de referência para a navegação nesta zona do Atlântico, uma costa historicamente perigosa e responsável por vários naufrágios ao longo dos séculos.
O acesso é a pé, pelos trilhos sinalizados que sobem desde o ancoradouro. A subida demora tipicamente 20 a 30 minutos, consoante o ritmo, e faz-se por caminho de terra e degraus irregulares. Não é um percurso difícil, mas é em subida constante e quase sem sombra.
Leve água, chapéu e calçado com boa aderência. O vento no topo é quase sempre mais forte do que junto ao mar, mesmo em dias de calor.
O planalto do farol é o melhor miradouro da ilha. Dali avista-se toda a Berlenga Grande, o Forte de São João Baptista lá em baixo sobre o seu ilhéu, a linha de costa de Peniche ao longe e, em dias de boa visibilidade, os grupos das Estelas e dos Farilhões.
É também um dos melhores pontos para observar as aves marinhas em voo sobre as falésias, sobretudo ao início da manhã e ao fim da tarde.
Ver o guia da fauna e aves da Berlenga
Nota: o farol é uma instalação em funcionamento e o interior não está aberto à visita turística. O que se visita é a envolvente e o miradouro, que é onde está o melhor da experiência.
Entrou em funcionamento em 1841.
Chega-se a pé ao farol e à zona envolvente, que funciona como miradouro. O interior não está aberto a visitas turísticas por ser uma instalação em funcionamento.
Entre 20 e 30 minutos a pé desde o ancoradouro, em subida.
Não é tecnicamente difícil, mas é em subida constante, por piso irregular e quase sem sombra. Com calor exige água e calçado adequado.
Os nossos packs dão-lhe tempo na ilha para fazer os trilhos.
